Uma decisão, quatro momentos
Como o Arroway mantém uma decisão viva
Acompanhe uma decisão enquanto a IA a lê antes de trabalhar, registra o que mudou e deixa as pessoas corrigirem o resultado. Esse é o ciclo do Arroway.
Lê antes de agir.
No começo de uma tarefa ela puxa o que o time decidiu sobre aquele assunto: as regras que valem sempre, as decisões mais próximas do que você está fazendo, e o que os seus colegas andaram trabalhando.
Registra ao terminar.
Não a conversa — o resíduo. O que foi decidido, o que foi encontrado, o que mudou, quanto custou. O que uma pessoa que chega semana que vem precisaria pra não refazer o trabalho.
Uma decisão, quatro momentos
Uma decisão, quatro momentos
- 01
Leia o que já foi decidido.
Antes de começar uma tarefa, a IA recebe as regras e decisões que valem para esse trabalho.
Detalhes
Ela começa com o contexto do time, não com um palpite em branco.
- 02
Trabalhe com esse contexto.
A IA prepara o próximo passo usando a decisão, em vez de reabri-la do zero.
- 03
Registre o que mudou.
Quando o trabalho deixa um resultado durável, o Arroway o registra para as pessoas e IAs que vêm depois.
Detalhes
Um Arroway novo começa vazio de propósito: comece pelos documentos, regras e decisões que já governam esse trabalho.
- 04
Corrija às claras.
Uma pessoa pode corrigir ou rejeitar uma proposta quando quiser. Revisão é veto rápido, nunca fila que trava o trabalho.
O que chega pra você
O que chega pra você
É veto, não portão. O Arroway segue funcionando você olhando ou não; a Revisão é onde você corrige uma proposta antes que ela vire um hábito ruim.
Nas três últimas negociações, tudo acima de 15% foi aprovado pelo Rafa antes de chegar no cliente. Parece regra, mas ninguém escreveu.
Decidido em janeiro: abaixo de 10 assentos o desconto come a margem e não encurta o ciclo.
Você não precisa esperar a passada semanal. Tudo é editável a qualquer momento, e você pode escrever uma regra você mesmo, sem esperar uma IA propor — o que serve justamente no dia um, quando as regras do time já existem mas nenhuma IA conviveu o bastante pra perceber.
O primeiro uso começa vazio — de propósito
O primeiro uso começa vazio — de propósito
Se o trabalho já tem memória, peça para a IA ler o Arroway antes de agir. Se ele estiver vazio, comece pelos documentos, regras e decisões que já governam o trabalho. A IA propõe o que registrar; você pode corrigir o que não servir.
Lê antes de agir.
No começo de uma tarefa ela puxa o que o time decidiu sobre aquele assunto: as regras que valem sempre, as decisões mais próximas do que você está fazendo, e o que os seus colegas andaram trabalhando.
Registra ao terminar.
Não a conversa — o resíduo. O que foi decidido, o que foi encontrado, o que mudou, quanto custou. O que uma pessoa que chega semana que vem precisaria pra não refazer o trabalho.
Marca o que é proposta.
Decisão humana e inferência de IA não têm a mesma cara. Inferências seguem visíveis como propostas até uma pessoa corrigir ou rejeitar.
Percebe quando duas coisas se batem.
Se o que ela vai escrever contradiz algo que já está lá, ela fala — em vez de empilhar caladinha uma segunda versão por cima.
No que o Arroway nunca encosta
A sua IA manda o que ela escreve. Ela não manda a sua conversa.
O detalhe inteiro está na política de privacidade, escrita do mesmo jeito que esta página: o que acontece de verdade, inclusive as partes inconvenientes.
As perguntas que as pessoas fazem mesmo
A memória compartilhada do time que chega à IA antes de ela começar a trabalhar.